Testemunhos

Cada caso é um caso, e cada problema tem de ser tratado de forma específica e personalizada para cada pessoa. Eis algumas palavras dos nossos clientes.

“Já começo a conseguir desligar o meu pensamento dos temas de preocupação e ansiedade. Dantes, isso era impossível.”

Carlos, 32 anos, informático

“Quase no final das 8 semanas do workshop deparei-me com uma situação bastante grave. Sem entrar em pânico, consegui concentrar-me em rapidamente avaliar os riscos e decidir a melhor forma de agir.

Só quando a situação estava sob controlo e entregue nas mãos da polícia e INEM, me apercebi de que eu não estava a tremer nem com o coração a bater loucamente, como seria de esperar numa situação destas.

Foi uma forma bastante radical de testar a eficácia e relevância deste programa. E passou o teste!”

André, 32 anos

“Estou, sem qualquer dúvida, menos acelerada. De tal maneira, que algumas pessoas que me conhecem, estranharam e perguntaram se está tudo bem comigo… é que nunca me tinham visto com este ar tão zen”

Patrícia, 32 anos, advogada

“Na semana a seguir à primeira sessão do workshop MentePlena – Burnout, senti uma grande sensação de sono. E parece que consegui pôr em dia o sono que estava em atraso há muito tempo.

Agora percebo que posso descansar com qualidade, dormir o suficiente e ter um desempenho tão bom ou melhor do que tinha antes.”

Paulo, 26 anos, estudante

“Parece que estou com mais tempo. À medida que vou desacelerando e aprendo a gerir os meus ritmos, parece-me que tenho mais tempo para tudo e que ainda me sobra tempo.”

Patrícia, 34 anos, consultora

“Com o acumular do cansaço, fui tendo cada vez maior dificuldade de concentração. Quando me indicaram o LisboaCounselling, eu não conseguia nem ler um artigo sem me dispersar. Passados dois meses de terapia, eu estava a acabar de ler um livro.”

Marcos, 37 anos, Gestor

DISFUNÇÃO SEXUAL PÓS-PARTO

“Após o primeiro parto imensas coisas mudam numa mulher. Com o nascimento de uma criança nasce uma mãe, uma nova mulher. Comigo aconteceu algo pelo qual não esperava. Mais de um ano após o parto aceitei que estava com um problema e que precisava de ajuda para o resolver, pois não conseguia ter relações sexuais, sentia imensas dores, para mim o ato sexual era insuportável. Enquanto casal a relação ficou fragilizada e foi aí que recorri à LisboaCounselling. A ajuda e suporte da Mena foram fundamentais. Em poucos meses a questão ficou resolvida. Passados 5 anos ainda consulto o caderno de apoio. O problema ficou resolvido, tive o segundo filho e foi tudo mais tranquilo a nível sexual. Grata à LisboaCounselling pela ajuda na resolução do problema.”

Liliana Sousa, 33 anos, gestora de projetos

 

ADULTÉRIO

“No dia em que soube que o meu marido tinha um caso, o meu mundo desabou.

A minha melhor amiga pôs-me em contacto com a Mena. Ela começou por ajudar a apanhar os “destroços” de mim; trabalhámos a reestruturação do meu interior, mudanças profundas que eu precisava de fazer. Durante alguns meses trabalhámos a restauração da nossa relação a dois, skills de comunicação positiva (que ambos precisávamos); fiz o caminho do perdão e percebi como isso foi um processo de libertação para mim, da dor, da mágoa, da desconfiança. Trabalhámos a restauração da confiança que tinha sido quebrada e aprendemos a identificar e gerir áreas de risco. Aprendemos a investir no nosso casamento, a torná-lo gostoso.”

Alexandra, 47 anos

 

CANCRO

“Tenho uma história de 12 anos de cancro. Onde experimentei cirurgias, radioterapias, químios, diversos tratamentos. Meu corpo não aceita os químicos, então já alguns anos uso tratamentos alternativos. Meu corpo experimentava muito cortisol, apesar de fazer exercício físico, alimentar-me bem, e tentar manter a mente sã. Este ano descobri o counselling e o mindfulness cristão. Aprender a lidar com os bons químicos foi um desafio que aceitei e tem resultado numa boa melhoria para meu corpo, minha mente e minha disposição geral.Os exercícios do descanso ativo, começaram a mudar minha rotina. Aproveitar dos cinco sentidos me ajuda a desacelerar. A prática do espírito de gratidão, produz as endorfinas, trazendo-me alegria que tem gerado saúde. Hoje consigo perceber quando o cortisol está a querer me dominar, e já sei como lidar com ele. O trabalho de respiração é um grande amigo, quando parece que vou perder o controlo. Aprendi a escolher fazer o que me faz bem, e esses hábitos já fazem parte da minha vida.

A caminhada continua, cada semana novos desafios, novas conquistas a aprender, a desfrutar das coisas boas que Deus nos deu. As flores me chamam atenção, as belezas do céu, o vento, enfim a natureza é uma fonte de bons químicos à minha disposição, dos quais faço uso de forma intencional e sou abençoada com saúde!

Obrigada a minha terapeuta querida Mena Santos Galvão, por sua dedicação, cuidado e amor em cuidar de mim, ensinando-me um novo estilo de vida saudável.”

Magali Luz, 65 anos, missionária

 

SÍNDROME DE PENSAMENTO ACELERADO

“No processo de desacelerar a minha mente, aprendi a fazer uma gestão mais intencional da mente e a alargar a minha consciência, de mim própria, do que me rodeia, das minhas escolhas, de opções,… Por exemplo, ao tomar consciência daquilo que estou a comer, tem sido mais fácil comer mais devagar, saborear mais a comida e usar esse tempo para descansar a mente. Mas esta semana percebi uma coisa estranhíssima – há uma coisa que eu costumo comer muitas vezes e que não gosto nada! No sítio onde vou, normalmente peço uma salada ou uma sopa. Às vezes para variar, peço uma tosta. Ontem estava a comer e percebi que aquela tosta não era mesmo nada saborosa e que eu não estava a gostar nada dela. E imaginar que eu a comia tantas vezes! Mas com tamanha pressa que nem me apercebia do sabor.”

Marina, 51 anos

 

RESILIÊNCIA

“Um dos meus autores preferidos diz que «é céu todo o caminho até ao céu, e inferno todo o caminho até ao inferno». Num momento de confluência de muitas situações difíceis na minha vida tive de escolher entre céu ou inferno. Com ajuda da Mena aconselhando-me a parar, aquietar-me, estar aqui, e não ali atrás ou ali à frente; tirando-me do turbilhão de pensamentos que assolavam a minha mente, através dos seus conselhos e práticas, fui saindo para fora, aceitando que não controlo, algumas coisas não sei, nem preciso saber, que devo ser misericordiosa comigo para poder ser misericordiosa com os outros, que não resolvo todos os problemas, mas vivo cada momento e aceito-o como é. E isto não é ser conformista é ser realista, é efetivamente viver cada momento, permitindo que seja o que tem de ser e que me transforme em alguém mais amorosa consigo mesma e com o próximo. Escolhi o céu que é sempre a melhor escolha, não é a mais fácil, mas é a que merece mais a pena. Obrigada Mena.”

Manuela Fernandes, pintora

 

NOVO COMEÇO

“O processo de counselling com a Mena devolveu-me a energia e vitalidade que eu sempre tivera. Trabalhámos muito a comunicação, a nível interior, para eu perceber o que estou a sentir e depois poder agir, e exterior, com os outros, melhorando a minha empatia e diminuindo as minhas inseguranças. Os nossos diálogos deram-me força para mudar de vida: procurar um novo emprego, arranjar um novo, e melhor, sítio para viver. Foi como um novo começo. Levarei comigo, o resto da vida, o que aprendi com a Mena.”

Carolina Carrilho, 27 anos, designer

 

MINDFULNESS

“Reencontrei sensações que não experimentava há muito tempo… e isso trouxe-me um pouco de nostalgia. Mas foi bom ver “onde” já estive e perceber que é possível recuperar isso.”

Sandra, 35 anos, bióloga

 

“Estou mais atenta, mais consciente do que se passa à minha volta, com os sentidos mais apurados.”

Joana, 43 anos

 

TERAPIA FAMILIAR

“Temos um filho adulto com deficiência mental grave. Nos últimos anos, ele foi-se tornando cada vez mais violento, com alguns episódios de tentativa de agressão física contra nós. Apesar da crescente preocupação e receio da família (e também nosso) não queríamos interna-lo numa instituição.

Uma amiga falou-nos da Dra Mena Santos. Procurámo-la sem muita esperança. Mas em alguns meses de trabalho, aprendemos estratégias para não permitir que ele tenha atitudes violentas. Ao mesmo tempo, aprendemos a estreitar a nossa relação com ele, sem nos colocarmos em risco. E aprendemos a aceitar que o nosso filho é deficiente e nunca poderá cuidar de si próprio.

A relação entre nós dois, como casal, que tinha vindo a deteriorar-se, também melhorou.”

João e Ana

 

CONFLITOS FAMILIARES

“Aprendi que quando não grito com o meu filho, ele me ouve mais e, às vezes, até já aceita o que eu digo.”

Isaura, 48 anos, administrativa

 

“Procurei os serviços do LisboaCounselling para aprender a suportar a relação destrutiva que tinha com a minha mãe, sem me deixar afectar tanto por ela. Em vez disso, aprendi a influenciar e modificar o nosso padrão de comunicação. Agora temos uma relação cordial, não muito íntima nem profunda, mas que já não nos destrói e que até é agradável.”

Teresa, 46 anos, jurista

 

“Eu queria ser uma “boa filha” mas cada conversa que eu tinha com a minha mãe acabava em discussão e muitas vezes em choro. Eu vivia atormentada com complexos de culpa. Ela passava o tempo a criticar-me ou a dizer como eu devia fazer as coisas. Não era possível termos uma conversa normal. Para além de me sentir esmagada e impotente, parecia que estava sempre a reviver mágoas do passado.

O que mudou com a ajuda do counselling? Trabalhei cura interior e aprendi técnicas para evitar ou impedir essas críticas e, ao mesmo tempo, para estreitar o meu relacionamento com a minha mãe. Hoje conseguimos conversar sem guerras nem gritarias (coisa que eu nunca achei que fosse possível).”

Ana, 43 anos, esteticista

 

DEPRESSÃO

“Sinto que o que mais mudou foi a minha visão. Eu via sempre o pior cenário possível e achava que isso era ser realista. Com a Mena aprendi a ver os positivos e a identificar e criar percursos para tornar os impossíveis alcançáveis.”

Patrícia, assessora de direção, 42 anos

 

MENTE PLENA

“Logo na primeira semana do programa Mindfulness, consegui dormir melhor, senti-me mais calma e relaxada e de manhã acordei menos cansada.”

Carla, 59 anos, tradutora

 

ATAQUES DE PÂNICO

“Eu nadava regularmente desde miúdo. Cheguei a ser federado e a participar em competições. Tive o primeiro ataque de pânico quando estava na água.  Durante anos não consegui nadar nem entrar numa piscina. Com as ferramentas que adquiri no LisboaCounselling, esse problema foi completamente ultrapassado.”

Hugo, 37 anos

 

“O que é diferente na LisboaCounselling? A relação eficácia, tempo e dinheiro.
Em 4 meses ultrapassei um problema de ansiedade extrema e ataques de pânico, ainda com o benefício colateral de deixar de ter as alergias que me acompanhavam desde criança.”

David, 42 anos, gestor

 

TERAPIA DE CASAL

“Aceitei o counselling convencido que já não era possível evitar o divórcio. Ao fim de menos de um mês de trabalho eu sentia que estávamos a viver uma 2ª lua de mel… que tem continuado até hoje.”

João, 50 anos

 

BULLYING NA ESCOLA

“Na sequência de uma situação de bullying muito hábil, cruel e camuflada, a minha filha perdeu a capacidade de falar na escola. Fez 2 anos de escolaridade sem articular uma única palavra dentro do espaço da escola. Recorri a vários médicos e especialistas. Gastei muito dinheiro, lágrimas e quase deixei de acreditar.

Quando ouvi falar de counselling não acreditei que fosse resultar, mas achei que não tinha nada a perder. Em poucos meses de trabalho a minha filha voltou a falar (e a sorrir!).”

Carla, 39 anos

 

INSEGURANÇA

“Eu era muito insegura e achava que todos os problemas que tinha eram por causa da minha baixa auto-estima. Não conseguia confrontar outros nem defender-me e depois ainda tinha que ouvir as críticas constantes da minha família porque eu “me deixava sempre enrolar pelos outros”.

Com a Mena aprendi competências de comunicação que me ajudaram a deixar de ser o “saco de boxe” dos outros e a “culpada” por tudo o que acontecia. A relação com a minha família melhorou mesmo muito e no trabalho (sem fazer guerras!!!) já não permito que me maltratem e verifico que agora me respeitam muito mais do que antes. O mais incrível é que, com a mudança da minha atitude, as atitudes dos outros para comigo também mudaram completamente.

É verdade, a mudança é possível!”

Cristina, 28 anos

 

STALKING

“Foi quando estava a assistir a um seminário sobre Violência Doméstica que me “caiu a ficha”.

Um dos meus colegas de trabalho tinha começado por se mostrar muito disponível para me apoiar. Mas com o tempo, esse “apoio” começou a tornar-se constante e até opressivo. Ele tinha atitudes bastantes invasivas, embora sempre com o pretexto de me “ajudar” ou “proteger”.

Às tantas, quando a estava a ouvir, pareceu-me que a Dra Mena Santos conhecia a minha situação e estava a falar especificamente para mim (embora ela nem soubesse da minha existência). Agradeço a sua disponibilidade para uma conversa informal, que me ajudou a confirmar que eu realmente estava a ser vítima de stalking. Esse foi o primeiro passo para eu me libertar de uma situação potencialmente perigosa.”

Joana, 23 anos

 

DESCANSO ATIVO

“Antes de fazer o curso Descanso Ativo da LisboaCounselling sentia-me quase a asfixiar com preocupações e solicitações do trabalho e família, com a sensação de andar sem tempo para nada ou pelo menos para tudo o que achava importante, tinha dificuldades de concentração e havia alturas em que me sentia tremendamente cansada mesmo em períodos de pausa.

Através do Descanso Ativo aprendi a identificar e classificar prioridades, a desenvolver estratégias muito simples que geram equilíbrios fundamentais na minha relação com os outros e comigo, organizando tempos de trabalho, de lazer, de convívio e de descanso efetivo.

Mesmo que venha a “baixar a guarda”, hoje sei quais as estratégias a utilizar para regressar aos equilíbrios necessários.”

Fátima Melo, 47 anos, locutora

 

COMUNICAÇÃO NEGATIVA

“Eu sempre tive problemas de saúde graves. E pensava que essa era a razão de não conseguir ter uma vida social muito ativa e de às vezes parecer que os meus amigos não tinham vontade de estar comigo. Com a ajuda de counselling percebi que o meu estilo de comunicação era muito negativo, o que acabava por afastar as pessoas. Aprendi novas competências de comunicação e mudei não só a minha forma de falar como a minha atitude interior. Em pouco tempo as pessoas começaram a comentar como eu estou diferente e a fazer-me convites com mais frequência. Com a atitude certa, é bem mais fácil comunicar.”

Elisa, 32 anos

 

“Eu não tinha nenhum problema grave, mas a minha comunicação era muito negativa. Estava sempre a queixar-me de alguma coisa e a sentir-me coitada. Às vezes até me parecia que as minhas amigas tentavam evitar-me e mesmo o meu marido começava a ficar com pouca paciência para os meus queixumes.

Com o counselling aprendi que não há nenhum mérito ou honra em ser coitada (foi quando a ficha caiu!). Em algumas semanas de treino persistente, com muito apoio e encorajamento, mudei radicalmente a minha maneira de falar. A Mena disse-me que as pessoas iam começar a reparar que eu estava diferente, e isso aconteceu mesmo!”

Joana, 26 anos, engenheira

 

PRESSÃO PSICOLÓGICA

“Poucas semanas depois de começar o trabalho de counselling, eu disse à Mena: “Sei que nunca mais voltarei a ser a mesma pessoa que era antes de a conhecer!” Já estava num processo evidente de deixar para trás cargas muito pesadas, cuidadosamente embrulhadas e camufladas pela auto-piedade. Um fardo de toneladas já tinha saído dos meus ombros. Agora posso escolher não voltar a carregar esses fardos… nem permitir que outros (bem intencionados!) os voltem a colocar sobre mim.”

Andreia, 29 anos, médica

 

ANGÚSTIA

“Quando fiquei desempregado comecei a passar por momentos de grande angústia. A insegurança de não saber quando (e se) voltaria ao mercado de trabalho, as respostas a anúncios de emprego que não resultavam em nada, a incerteza constante. Pior do que tudo era a minha nova rotina, de não ter nada para fazer, não ter responsabilidades nem obrigações. Sentia-me completamente inútil e isso provocava em mim uma angústia insuportável.

O que mudou com o counselling? Comecei a organizar-me e a ocupar o tempo com atividades úteis. Aprendi a controlar os pensamentos negativos que me provocavam a angústia e livrei-me dela (esta foi a mudança mais incrível). Desenvolvi uma atitude mais ativa e positiva a todos os níveis, mesmo em relação ao meu aspecto físico que começava a descuidar. Tudo isso fez com que me tornasse mais capaz de alcançar os meus alvos.”

Paulo, 35 anos, gestor

 

Violência Doméstica

“A minha irmã convenceu-me a contactar a Mena.

Eu tinha casado há pouco mais de um ano. Não conseguia ver nenhum problema específico, mas sentia-me numa angústia cada vez maior. Acreditava que montes de coisas eram culpa minha. A minha mente estava muito confusa (eu nunca tinha sido assim).

Com a Mena aprendi a analisar as situações e a identificar problemas específicos. Percebi que estava a viver uma situação de violência doméstica psicológica muito pesada. Agora estou a fazer um trabalho de reestruturação e fortalecimento interior que me vai ajudar a decidir de forma consciente e informada o que quero fazer com a minha vida.”

Carla, 29 anos, PT

 

GESTÃO DE TEMPO

“Eu estava a estudar e a trabalhar ao mesmo tempo. A pressão sobre mim era muito grande e comecei a falhar alguns prazos. Uma enorme ansiedade e angústia começaram a tomar conta de mim, tornando o meu estudo quase impossível. Pensei seriamente que teria que desistir do meu curso.

Com a Mena, aprendi e pus em prática estratégias simples que me ajudaram a organizar o tempo de forma a conseguir estudar, trabalhar e ainda descansar. Na defesa da minha tese, as técnicas de redução de stress e skills de comunicação que aprendi, fizeram uma diferença abismal.

Acho que mais importante que tudo, aprendi que problemas não são obstáculos, mas oportunidades para o nosso crescimento (se as aproveitarmos!). Obrigada!”

Rute, 32 anos, estudante universitária

 

“Apesar de trabalhar quase sem descanso, muitos dias o trabalho não rendia. Isso trazia-me uma grande frustração, aumentava a minha dificuldade de concentração, o cansaço e reduzia a minha eficácia. Foi o que me levou a procurar a LisboaCounselling.
Agora parece que estou com mais tempo, o que me leva a correr menos. Tenho melhor capacidade de concentração e mais qualidade no que faço. Consigo cumprir prazos com mais facilidade.

Parece-me que tenho mais tempo para tudo e que ainda me sobra tempo para descansar com qualidade. Aprendi que isso é também uma questão de gestão.”

Olga, 34 anos, gestora

 

GESTÃO DA IRA

“Sempre tive dificuldade em controlar a impaciência e às vezes gritava com as outras pessoas, principalmente em casa. Estava sempre com raiva de alguém. O meu médico de família convenceu-me a procurar ajuda porque esse stress todo já me estava a prejudicar o coração.

Com a Dra Mena aprendi a organizar o meu tempo de forma mais eficaz, incluindo atividades agradáveis que me ajudam a sentir mais bem disposto. Aprendi técnicas de comunicação que me ajudam a lidar com os problemas sem me irritar.

Agora o meu coração e tensão arterial estão muito melhores e descobri que quando uso estas novas técnicas, até consigo que as pessoas me oiçam mais do que quando eu gritava com elas.”

Rui, 52 anos, desempregado

 

“O que começou por ser uma terapia focada na gestão da ira, gradualmente tornou-se num processo mais abrangente de análise das rotinas e relações do dia-a-dia.

O counselling foi, sem dúvida, um dos principais factores para a definição dos meus limites, para a criação de uma duradoura paz interior e para o fomento de uma serena relação com o outro.”

Pedro, 47 anos, gestor

 

Violência doméstica

“Durante 10 anos vivi uma situação de violência doméstica psicológica muito grave. Quando procurei a ajuda da LisboaCounselling eu era apenas um destroço de mulher.

Em alguns meses de terapia melhorei a minha auto-confiança e auto-estima e aprendi estratégias para lidar com a minha situação: como prevenir ou impedir as crises de agressão, desenvolver um relacionamento forte com os meus filhos e protegê-los da pressão psicológica. Reatei velhos relacionamentos com a minha família e amigos. Recomecei a trabalhar. As pessoas voltaram a dizer-me que estou bonita (há quanto tempo eu não ouvia isso!).

Com a ajuda da Mena, eu reaprendi a sorrir e a usufruir. Obrigada!”

Carla, Professora, 32 anos

 

Ansiedade

“Sempre me considerei uma pessoa capaz de lidar com os meus próprios problemas. Quando a ansiedade começou a fazer parte de mim quase a tempo inteiro, dificultando a minha concentração no trabalho e provocando insónias, eu tentei convencer-me que isso era normal, devido à crise e instabilidade geral.

Contactei a LisboaCounselling um pouco por curiosidade. Antes de completar um mês de “tratamento”, já estava a conseguir dormir várias horas seguidas.

O que mudou em mim? Essencialmente, aprendi a canalizar a minha energia para resolver ou gerir melhor as situações problemáticas, em vez de me auto-sabotar através da ansiedade.”

Paulo, consultor, 37 anos

 

Depressão

“Estava num estado bastante depressivo: ataques de pânico, pensamentos suicidas, muita confusão mental, vazio, e nove comprimidos por dia.
Tudo muda quando “caímos” nas mãos certas.
Com o counselling e trabalho aprendi a não dar tanta importância aos pensamentos negativos que geravam os ataques de pânico. Em 2 meses a angústia passou, os ataques de pânico acalmaram. Saí do buraco! Muito obrigada.”

Liliana Godinho

 

Vícios

“Ao longo de quase toda a minha vida vivi amarrado a um vício. Era para mim motivo de enorme vergonha; sempre procurei escondê-lo mesmo de colegas e amigos. Eu pensava que estaria dependente dessa adição para o resto da minha vida. Mas em 6 meses de trabalho com a LisboaCounselling consegui libertar-me.”

João, 39 anos, bancário

 

Burnout

“Eu estava a trabalhar numa grande multinacional, com um cargo de muita responsabilidade e pressão. Tive um esgotamento grave, com períodos de alucinações e a noção da realidade muito alterada.

Estive a ser seguido em psiquiatria, com medicação muito forte, que me manteve “controlado” mas completamente inativo. A minha “saúde” não estava a melhorar e, francamente, eu já começava a não ter esperança de que isso acontecesse.

Uma amiga minha assistiu a uma palestra da Dra Mena Santos e ficou entusiasmada com aquela abordagem tão diferente. Conseguiu convencer-me a “pelo menos experimentar”.

Ao fim de um mês de trabalho eu já estava a “funcionar”. Aprendi a assumir a responsabilidade e o controlo pela minha vida e a decidir por mim próprio o que queria ou não fazer (a minha família, com a melhor das intenções, tinha assumido completamente o controlo sobre tudo o que me dizia respeito).

Aprendi a identificar situações ou factores de risco e a preveni-los. E também a fazer uma gestão de tempo equilibrada, que inclui descanso e vida familiar / social.

Reparei numa palavra que repeti várias vezes — aprendi. No fundo, counselling é isso. Ensina-nos e ajuda-nos a desenvolver as ferramentas necessárias para resolvermos os nossos problemas e aumentarmos a nossa qualidade de vida. Sem dúvida, o meu tratamento com a Dra Mena foi tão rápido, porque eu tive um papel muito ativo e participante em todo o processo (deixei de viver como um zombie). E descobri que a “agenda” era a MINHA agenda e não a DELA. Ou seja, ela estava ali para me ajudar a alcançar os meus alvos e não aquilo que ela achasse melhor para mim.

A maior diferença das outras terapias é que, em todo o tempo de counselling, eu sei exatamente o que se está a passar e qual o alvo ou etapa para que estamos a trabalhar, e de que forma o estamos a tentar alcançar. Com o meu psiquiatra e com o psicólogo, na realidade eu não sabia quais eram os alvos ou as técnicas que eles supostamente estariam a usar.

E quanto aos custos, a diferença é abismal. Para além das sessões de counselling terem um custo muito mais baixo, não há o gasto em medicação (que é muito alto) e o problema fica realmente resolvido em poucos meses.”

Rui, 36 anos

 

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